sexta-feira, 19 de março de 2010

Às vezes, eu queria ter inspiração infinita, mas não tão rápida de vir e ir. Assim, meus pensamentos ficariam mais organizados e eu poderia terminar todas as histórias que me vêm à cabeça.

Em quase todas, eu me baseio na realidade e coloco algum elemento fantástico, discreto ou não, como o poder da atração, ou coisas impossíveis de acontecer etc. Eu também coloco muito de mim mesma nas histórias. Tenho o costume de colocar o que eu gostaria que acontecesse comigo.

Mas eu tenho um, ou melhor, 3 defeitos: pouca inspiração, muita embromação (nas histórias) e pouca criatividade para títulos. Quem já leu o que eu escrevo deve ter percebido isso. Esse texto também nem tem título! As pessoas sempre dizem que eu escrevo bem, mas nunca falam dos meus defeitos como escritora amadora. Eu mesma os apontei. Não sei por que isso. Só duas até agora já fizeram isso, e foi no Nyah! Fanfiction.

Ah, e eu também me contrario muito às vezes. Para evitar isso, leio e releio o que escrevi umas duas ou três vezes. Devia ser mais.

Credo, sou tão autocrítica! Mas onde será que encontrei inspiração para esse texto? Talvez tenha sido numa pessoa especial. Ou no meu desejo de me tornar uma ótima escritora, "idolatrada" como Stephenie Meyer, ou talentosa como Clarice Lispector, ou fofa como Thalita Rebouças. Acho que, na verdade, eu queria ter um pouco de cada uma, e, assim, formar meu próprio estilo de escrever, para que as pessoas leiam um pequeno texto meu e já saibam que fui eu que o elaborei, sem precisar que cheguem ao final dele.

E, claro, acima de tudo, ser reconhecida pelo que sou e o que faço. Ou não. Isso é bem importante, mas quem se importa com a opinião dos outros quando se está feliz e satisfeita com o que faz?

Bem, me importando ou não, aí vou eu!

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