Entrei na sala, me sentei atrás da minha amiga e fiquei uns segundos sem fazer nada. Olhei pro quadro, tonta de sono. O professor passou uma questão sobre Grau de Pureza. Levo mais uns 5 min. para perceber que tenho que copiar e resolver essa questão, mas lentamente.
Quando dou por mim, já estou vendo a correção da mesma no quadro. Como o tempo passa rápido...
Olho ao redor e vejo que todos vieram, porque vai ter simulado específico hoje.
Tomara que eu me dê bem.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Às vezes, eu queria ter inspiração infinita, mas não tão rápida de vir e ir. Assim, meus pensamentos ficariam mais organizados e eu poderia terminar todas as histórias que me vêm à cabeça.
Em quase todas, eu me baseio na realidade e coloco algum elemento fantástico, discreto ou não, como o poder da atração, ou coisas impossíveis de acontecer etc. Eu também coloco muito de mim mesma nas histórias. Tenho o costume de colocar o que eu gostaria que acontecesse comigo.
Mas eu tenho um, ou melhor, 3 defeitos: pouca inspiração, muita embromação (nas histórias) e pouca criatividade para títulos. Quem já leu o que eu escrevo deve ter percebido isso. Esse texto também nem tem título! As pessoas sempre dizem que eu escrevo bem, mas nunca falam dos meus defeitos como escritora amadora. Eu mesma os apontei. Não sei por que isso. Só duas até agora já fizeram isso, e foi no Nyah! Fanfiction.
Ah, e eu também me contrario muito às vezes. Para evitar isso, leio e releio o que escrevi umas duas ou três vezes. Devia ser mais.
Credo, sou tão autocrítica! Mas onde será que encontrei inspiração para esse texto? Talvez tenha sido numa pessoa especial. Ou no meu desejo de me tornar uma ótima escritora, "idolatrada" como Stephenie Meyer, ou talentosa como Clarice Lispector, ou fofa como Thalita Rebouças. Acho que, na verdade, eu queria ter um pouco de cada uma, e, assim, formar meu próprio estilo de escrever, para que as pessoas leiam um pequeno texto meu e já saibam que fui eu que o elaborei, sem precisar que cheguem ao final dele.
E, claro, acima de tudo, ser reconhecida pelo que sou e o que faço. Ou não. Isso é bem importante, mas quem se importa com a opinião dos outros quando se está feliz e satisfeita com o que faz?
Bem, me importando ou não, aí vou eu!
Em quase todas, eu me baseio na realidade e coloco algum elemento fantástico, discreto ou não, como o poder da atração, ou coisas impossíveis de acontecer etc. Eu também coloco muito de mim mesma nas histórias. Tenho o costume de colocar o que eu gostaria que acontecesse comigo.
Mas eu tenho um, ou melhor, 3 defeitos: pouca inspiração, muita embromação (nas histórias) e pouca criatividade para títulos. Quem já leu o que eu escrevo deve ter percebido isso. Esse texto também nem tem título! As pessoas sempre dizem que eu escrevo bem, mas nunca falam dos meus defeitos como escritora amadora. Eu mesma os apontei. Não sei por que isso. Só duas até agora já fizeram isso, e foi no Nyah! Fanfiction.
Ah, e eu também me contrario muito às vezes. Para evitar isso, leio e releio o que escrevi umas duas ou três vezes. Devia ser mais.
Credo, sou tão autocrítica! Mas onde será que encontrei inspiração para esse texto? Talvez tenha sido numa pessoa especial. Ou no meu desejo de me tornar uma ótima escritora, "idolatrada" como Stephenie Meyer, ou talentosa como Clarice Lispector, ou fofa como Thalita Rebouças. Acho que, na verdade, eu queria ter um pouco de cada uma, e, assim, formar meu próprio estilo de escrever, para que as pessoas leiam um pequeno texto meu e já saibam que fui eu que o elaborei, sem precisar que cheguem ao final dele.
E, claro, acima de tudo, ser reconhecida pelo que sou e o que faço. Ou não. Isso é bem importante, mas quem se importa com a opinião dos outros quando se está feliz e satisfeita com o que faz?
Bem, me importando ou não, aí vou eu!
Caixa de Música
Melodia fina, suave...
Fazendo a bailarina girar
No ritmo da música.
Sem cansar, sem parar,
Girar a corda
Para a música tocar.
Me lembra minha infância
Quando ganhei uma igualzinha
Ou quase.
Meu irmão adora ouvir
A bailarina dançar
E eu adoro ver
A música tocar.
Poem by Andressa
Fazendo a bailarina girar
No ritmo da música.
Sem cansar, sem parar,
Girar a corda
Para a música tocar.
Me lembra minha infância
Quando ganhei uma igualzinha
Ou quase.
Meu irmão adora ouvir
A bailarina dançar
E eu adoro ver
A música tocar.
Poem by Andressa
Nostalgia
Às vezes, a minha casa tem um cheiro curioso. Um cheiro nostálgico, carregado de lembranças. Podemos mudar a casa toda, colocá-la de cabeça pra baixo, embaralhar os cômodos, reformar, e ainda estará lá aquele cheiro inconfundível, impregnado nas paredes. Chega a ser assustador. Cada pedaço, cada molécula, cada átomo da casa carrega pelo menos uma lembrança, por mais pequena que seja.
Mas, para mim, a parte mais nostálgica da casa é o meu quarto. Mesmo que os móveis sejam outros agora, ainda falta trocar a escrivaninha, que me lembra da minha infância, de quando eu sentava lá pra fazer a lição de casa. Os meus diários antigos têm cada coisa... (isso é que é bom de ter diário escrito) Os meus CD's de 2007, 2008, têm músicas suuuper nostálgicas. Cada uma lembra uma parte da minha vida.
Enfim, não sei como terminar esse texto. Então boa tarde e boa sorte! ^.^
p.s.: voltei a postar depois de um loooongo tempo... é que eu não estava com muita vontade de escrever. Ugh, desculpem por isso, se é que tem alguém lendo.
Mas, para mim, a parte mais nostálgica da casa é o meu quarto. Mesmo que os móveis sejam outros agora, ainda falta trocar a escrivaninha, que me lembra da minha infância, de quando eu sentava lá pra fazer a lição de casa. Os meus diários antigos têm cada coisa... (isso é que é bom de ter diário escrito) Os meus CD's de 2007, 2008, têm músicas suuuper nostálgicas. Cada uma lembra uma parte da minha vida.
Enfim, não sei como terminar esse texto. Então boa tarde e boa sorte! ^.^
p.s.: voltei a postar depois de um loooongo tempo... é que eu não estava com muita vontade de escrever. Ugh, desculpem por isso, se é que tem alguém lendo.
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