You start to think you have a chance with him, and actually, you have. You start to talk to him and become a girl that he admires a bit, and he starts to think you're kinda funny, and you start to notice how nice he is, and think you were right when you decided getting him to like you.
And, when the things are really going right, you make a big mistake. Then, he's disappointed with you. You try to explain, but no one hears you, even when you say the reason was another than that.
Then, one day, when you're alone in the park, thinking you'll never make anyone see the truth, he appears. The boy of your dreams, that once said you're funny. You look at him, he looks at you, and then you start to apologize, "the reason was another, and this and that, i'm sorry...", then he interrupts you with a soon kiss. You start to wonder what's happening, and he says he understands you now, he knows the reason, he forgives you. And he says he's sorry for not believing you; you say it's okay.
Then you get out of the park holding his hand, and live happily ever after.
That's what i wanted, a love story, but it's hopeless, it only happen in movies.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Segunda feira no 1º ano
Saio de casa. Ando até a esquina e atravesso a rua. Poucas pessoas do meu lado, pois ainda é bastante cedo. Ando mais um pouco, e a sujeira na rua me dá nojo, mas logo esqueço. Dobro a rua, atravesso de novo, ando mais um pouco. Me sinto uma velha sedentária, pois já estou sem fôlego. Levanto a cabeça e vejo o céu, sem nuvens, mais lindo do que nunca, e me sinto um pouco melhor. Atravesso a maior rua do caminho inteiro, ando mais um pouco e paro, pois só dá pra atravessar a próxima rua no sinal, senão morrerei. Então o sinal fecha (para os carros) e eu atravesso a última rua. Viro à direita, ajeito a mochila nas costas, ando mais e entro na escola.
Ouço a inspetora falando "bom dia" repetidamente e passo direto por ela, sem responder, como a maioria dos alunos mal educados da região norte. Ando mais um pouco na direção da escada, subo dois lances, caminho mais, bebo água e entro na sala. Lá estão minhas colegas conversando, e minha melhor amiga sentada numa carteira enconstada na parede, lendo um livro qualquer, isolada das outras. Me aproximo e digo oi. Ela levanta os olhos do livro e me dá um bom dia. Eu sento atrás dela e começamos a conversar sobre alguma coisa. Quinze minutos depois, o professor de Química entra e começa a mandar todo mundo sentar e abrir a apostila. Eu pego a minha e abro também, começando a fazer os exercícios, mas com muita má vontade, pois estou com uma preguiça enorme. Logo eu largo tudo e começo a conversar com meu amigo, dessa vez. Aí a minha amiga também entra na conversa, depois, quase a sala inteira está conversando e há apenas umas 5 ou 6 pessoas resolvendo tudo. O professor nem liga. Depois, chega a aula de História, e a maioria da sala quase dormindo, sem nem prestar atenção. Faço um desenho numa folha do meu fichário. Depois é a aula de Redação, e, como estou com muita preguiça, só finjo que estou fazendo.
Chega a hora do intervalo, e desço com minha amiga para o nosso ponto onde a gente fica todo dia. O meu primo chega e começa a conversar conosco sobre filmes, animes, mangás e outras coisas mais. Aí, chega mais uma amiga minha da outra turma e entra na conversa também. Nos absorvemos tanto nisso que nem notamos a campa bater. Aí vem a inspetora e manda a gente subir pra sala. Nós subimos. Eu e minha amiga nos sentamos e continuamos conversando. Aí eu começo a fazer minha redação. A amiga pede minha opinião sobre a dela, e eu corrijo uns pouquíssimos erros de gramática e digo que está tudo ok. Ela pega o caderno de volta e eu continuo a minha redação. Depois, tem simulado de alguma matéria. Sem comentários sobre isso. Quando saio do simulado, totalmente arrasada por ter sido péssimo pra mim, encontro meus outros amigos, que dizem que foi superfácil.
Fico mais deprimida ainda, dou tchau e vou embora andando. Passo pelo mesmo caminho que fiz para ir, só que ao contrário, chego no prédio pingando de suor, dou oi pro porteiro e vou andando até o elevador, que fica a um milhão de quilômetros dali (eu moro no segundo bloco). Subo no elevador, entro no andar e aperto a campainha. A empregada abre a porta e diz oi, e eu entro em casa para mais uma tarde tediosa.
P.S.: São fatos reais.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Preconceito
Eu odeio isso. Eu queria poder fazer o que eu quisesse com gente preconceituosa, mas se fosse, seria presa por cem anos e ainda seria conhecida como aberração da natureza que não sabe controlar os próprios instintos. E também, se fosse com TODAS as pessoas preconceituosas, não sobraria gente no mundo, só as crianças pequenas, que aceitam qualquer amigo sem distinção (isso que é bom na infância). Até EU MESMA sou preconceituosa! Eu reclamo e falo, mas se eu estiver na rua e alguém muito pobre passar por mim, finjo que não estou vendo como qualquer outra pessoa arrogante por aí.
O preconceito existe porque isso é NORMAL entre os humanos. Nós realmente temos um instinto de julgar os outros pela aparência, além de religião, opção sexual e deficiência (qualquer uma serve). Meu primo o-d-e-i-a homossexuais. Mas mesmo assim ele não mata nem tortura ninguém por ser gay. Apenas é indiferente.
E todos deviam ser assim, nesse aspecto: cada um na sua, sendo amigos sem se importar com essas pequenas diferenças (pelo menos deviam ser consideradas pequenas). Todo mundo já ouviu que "preconceito não tá com nada", e "somos todos iguais". O papo pode ser clichê, mas é a pura verdade. E aí eu digo mais um coisa clichê: Vamos exercer a cidadania e aceitar as pessoas como elas são.
Eu vou tentar, e você? ;)
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